Cirurgia do Joelho - Ortopedia e Traumatologia - Traumatologia Esportiva

Fraturas no pé e Tornozelo

FRATURA DO TORNOZELO

Quando ocorrer a fratura de um ou dos dois maléolos (protuberâncias ósseas que são a extremidade dos ossos da perna – fíbula e tíbia). Geralmente ocorre pelo passo em falso seguido de torção, mas pode ocorrer em quedas, esportes e acidentes automobilísticos. Os sintomas incluem dor aguda, estalo na hora da lesão, perda da função (ao movimentar o tornozelo), inchaço hematoma e deformidade. Logo que ocorrer o trauma, aplique compressa de gelo e imobilize até chegar ao médico. Em tratamento não cirúrgico, o gesso pode ser necessário por 8 semanas. Em fraturas em que não há o alinhamento adequado do tornozelo para engessar, é necessária a correção cirúrgica. Em ambos os casos, nas primeiras semanas, deixe o pé elevado sobre o travesseiro para evitar maior edema.

FRATURA DO PÉ

Geralmente correm fraturas dos ossos metatarso (região anterior do pé) quando caiem objetos pesados sobre o pé. Em torção do pé pode ocorrer a fratura do 5o metatarso (na base do osso). Quando as fraturas ocorrem na base dos metatarsos, geralmente têm desvios discretos mas há lesões em tecidos moles adjacentes (músculos, tendão, ligamento). Os sintomas são: inchaço intenso do dorso do pé, hematomas, dor, o paciente anda com dificuldade ou nem sequer consegue apoiar o pé no chão. O quadro mais grave que poderá ocorrer é a síndrome compartimental no pé, o que haverá comprometimento dos tecidos e sobrevivência deles. Ela ocorre quando há aumento da pressão em um compartimento fechado entre tecidos, o que reduz a irrigação sanguínea, levando a lesão e morte dos tecidos. Fraturas com desvios mínimos podem ser tratadas com botas gessadas por 3 a 4 semanas, sem o apoio do corpo sobre o pé. Depois, pode-se permitir o uso de muletas por outras 3 semanas. Quando há desvio importante, é necessária a correção cirúrgica.

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